O mundo não é feito só de más notícias.
Todos os dias, em quatro países, procuramos as histórias que provam o contrário — e devolvemos-lhes o palco que merecem.
Acreditamos que o que corre bem também é notícia.
Que a esperança não é ingenuidade — é informação em falta.
E que o crédito pertence, sempre, a quem conta a história primeiro.
— o manifesto do Uplifting, em três linhas
Em números redondos
Como escolhemos o que te mostramos
Ouvimos as fontes certas
Não vasculhamos a internet inteira. Seguimos, país a país, um grupo escolhido a dedo de meios de comunicação sérios — jornais, rádios, televisões, redações locais. Se uma fonte deixa de publicar com qualidade, sai da lista.
Separamos o trigo do ruído
Antes de qualquer decisão editorial, um filtro de qualidade põe de lado o que não presta: títulos-isco, teasers de paywall, duplicados, comunicados vazios. Só o que sobrevive merece a pergunta seguinte.
Fazemos a pergunta que importa
Para cada história que resta, perguntamos uma coisa simples: isto deixa o dia de alguém melhor? Uma descoberta, uma recuperação, uma comunidade que se levantou. Quem responde é um classificador automático — e é ele que publica. Nós acompanhamos: revemos o que fica na fronteira, corrigimos o que escapa e afinamos o critério de forma contínua.
Não escondemos as más notícias do mundo — elas simplesmente não são o nosso trabalho. Para isso já existem excelentes jornais; alguns estão na nossa lista de fontes.
O crédito é sempre da fonte.
O Uplifting é um agregador, não um jornal. De cada história mostramos apenas o essencial — o título e um resumo curto — e um link bem visível para quem a contou primeiro. O clique, o tempo de leitura e o mérito pertencem à redação que fez o trabalho.
- Nunca republicamos o texto integral de um artigo.
- O nome e o logótipo da fonte aparecem junto de cada história.
- Qualquer fonte pode pedir para sair — basta escrever-nos.
Conheces um sítio que dá boas notícias?
As melhores fontes chegam-nos assim: alguém que lê, gosta e partilha. Diz-nos onde procurar.