Por dentro

De milhares de títulos a um punhado de boas notícias

Todos os dias lemos muito mais notícias do que aquelas que publicamos. Esta página explica, passo a passo e sem mistério, como uma história ganha aqui o seu lugar — e onde entram as máquinas e as pessoas.

01

Acompanhamos fontes curadas

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Tudo começa numa lista escolhida à mão de órgãos de confiança, país a país: jornais, rádios, redações locais. Não vasculhamos a internet inteira — ouvimos com atenção fontes que escolhemos uma a uma.

A lista está viva: fontes que deixam de publicar com qualidade saem, e boas sugestões de leitores entram depois de verificadas.

02

Os filtros limpam o ruído

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Antes de qualquer juízo editorial, filtros automáticos põem de lado o que não pertence: títulos de clickbait, iscos de paywall, duplicados, comunicados vazios.

Nesta fase não acontece nada de subjetivo — só se remove o que nunca poderia vir a ser uma história que mereça o teu tempo.

03

Uma IA lê e pontua cada história

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Cada história sobrevivente é lida por um classificador automático que a pontua em qualidade, quão genuinamente inspiradora é, impacto real e a confiança dele próprio nesse juízo.

As histórias com pontuação claramente alta são publicadas automaticamente; as claramente baixas ficam de fora; os casos de fronteira vão para uma prateleira humana.

Sim — há IA no circuito, e preferimos dizer-to a escondê-lo. Ela aplica critérios editoriais escritos e afinados por pessoas, e as decisões dela são verificadas por pessoas. Os resumos que acompanham cada história podem ser gerados automaticamente por inteligência artificial a partir do artigo original.
04

Pessoas reveem os casos de fronteira

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As histórias de que o classificador menos se convence vão para uma fila de curadoria humana. Uma pessoa lê-as, promove as pérolas e corrige os deslizes.

Não prometemos que toda a história de fronteira é lida — mas tudo o que é publicado automaticamente pode ser despublicado por um humano, e os critérios vão sendo afinados.

06

A tua leitura melhora o sistema

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Cada decisão humana — uma história promovida, um deslize corrigido, uma fonte sugerida por um leitor — torna-se uma lição de que o sistema aprende.

Com o tempo, os critérios afiam-se e o classificador erra menos. É um ciclo: melhor juízo traz melhores histórias, que trazem melhor juízo.

E o que quer dizer «uplifting», afinal?

Os critérios por trás do terceiro passo merecem página própria — incluindo aquilo a que dizemos que não.

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