Uma capivara de 42 kg foi resgatada de uma casa em Fortaleza e encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres para reabilitação. O animal, encontrado inicialmente em um terreno, apresentava pequenas ferimentos nas patas e focinho, sendo submetido a avaliação veterinária completa. Autoridades orientam a população a nunca tentar capturar animais silvestres sozinhos, acionando órgãos técnicos especializados para o resgate adequado.
Pesquisadores australianos estão criando um banco genético de coalas congelando óvulos e espermatozoides da espécie, ameaçada por desmatamento, incêndios, doenças como clamídia e perda de diversidade genética. O material coletado de animais em hospitais veterinários será preservado em nitrogênio líquido para futuro uso em inseminação artificial, embora medidas de proteção do habitat e controle de doenças permaneçam essenciais para a conservação.
O cânhamo emerge como material de construção sustentável, crescendo muito mais rapidamente que árvores e absorvendo mais CO₂ por hectare. Suas fibras podem ser transformadas em painéis isolantes, blocos estruturais e outros produtos com pegada de carbono significativamente menor que alternativas sintéticas. Além de beneficiar a saúde do solo e remediação ambiental, o cânhamo enfrenta desafios regulatórios e de custo, mas apresenta grande potencial para transformar a construção sustentável.
Em 2025, a área queimada no Brasil caiu 58% em relação a 2024, totalizando 12,7 milhões de hectares e marcando o menor registro desde 2018. A redução foi impulsionada pelo retorno das chuvas regulares após a seca extrema dos anos anteriores, embora pesquisadores alertem que o acúmulo de vegetação pode aumentar riscos de incêndios futuros se houver novos períodos de estiagem.
Paris está expandindo seu sistema de resfriamento urbano que utiliza água do rio Sena para climatizar edifícios, evitando a dependência de aparelhos de ar-condicionado individuais que intensificam o calor nas cidades. A rede Fraîcheur de Paris, operacional há três décadas com 120 quilômetros de tubulações, será triplicada até 2042 para conectar mais de 3 mil prédios, priorizando hospitais, escolas e instituições públicas. Essa infraestrutura centralizada consome menos energia e reduz a liberação de calor nas ruas em
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